Os ‘letrados’ que não leem livros

Os ‘letrados’ que não leem livros

17 de junho de 2019 0 Por Carlos Morais

Não é novidade para ninguém, que os detratores de Olavo de Carvalho desconhecem por completo a sua obra e sua filosofia. Quando muito, leem alguns poucos posts do Facebook.
Há alguns dias, para entender a obra de Olavo de Carvalho, Vera Magalhães se baseou no ‘ensaio’ do Martim Vasques (aquele que não compreende nem sequer os seus próprios escritos), sobre o filósofo. Quando Olavo sugeriu que Vera lesse algum livro seu, ela respondeu no Twitter escrevendo: “sem tempo irmão”. Este é o retrato da classe jornalística brasileira, o horror e a aversão aos livros, seguidos por uma boa dose de opiniões pueris alicerçadas pelo vento, são coisas naturais na mídia brasileira. Quanto a isso, Flávio Lindolfo Sobral fez uma observação certeira: “A Vera Magalhães trabalha com o editor e com o organizador de um dos best sellers do professor Olavo de Carvalho e com um admirador do seu trabalho. Todos colegas de empresa. Custa perguntar antes a estes três ao invés de ir ao Martim Vasques que mal consegue se explicar naquilo que se apresenta como especialista? Custa pegar emprestado um livro com um dos três? Custa assistir há algumas aulas do COF? Custa inquirir diretamente o professor? Dizer que não tem tempo é uma desculpa tão filhodaputa quanto o grau de mau-caratismo desta jornalista.”
Olavo de Carvalho é um escritor conceituado, autor de dois bests sellers, respeitado por grandes homens como Miguel Reale, Jorge Amado, Carlos Heitor Cony, Herberto Sales, Wolfgang Smith, Ives Gandra Martins, Rodrigo Gurgel, etc. Quanto aos seus detratores –os letrados que não leem livros–, não podemos dizer o mesmo, estes passam, — sempre dando provas de insanidade ao gritarem desesperadamente, 24h por dia: “Olavo não tem importância alguma!”.